A inteligência artificial corporativa entrou em uma nova fase no Brasil. Em menos de dois anos, deixou de ser vista apenas como ferramenta de apoio – capaz de responder perguntas e gerar textos – para assumir o papel de agente, operando fluxos, movimentando dados, enviando comunicações e, em alguns casos, tomando decisões reais em nome da empresa. Essa mudança silenciosa desloca o debate de “Inovação” para temas muito mais sensíveis: risco, responsabilidade e modelo de negócios.
A pergunta que emerge para conselhos, CEOs, CFOs e diretores jurídicos é direta: quem governa os agentes de IA quando eles começam a agir?
Em outras palavras, quem define seus limites, supervisiona as decisões, responde por eventuais danos e garante que a autonomia da máquina esteja subordinada à responsabilidade humana?
Confira na íntegra: https://valor.globo.com/legislacao/coluna/quem-governa-os-agentes-de-ia.ghtml

