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LBCA começa série de reuniões abertas entre sócios para utilização de Inteligência Artificial no setor jurídico

6 de agosto de 2019  |  Por Da Redação  |  LBCA
Inteligência Artificial para advogados será a nova especialização da LBCA

O sócio e presidente do Comitê de Inovação da LBCA, Ricardo Freitas Silveira, está ministrando uma série de treinamentos para advogados  sobre as inúmeras aplicações da nova plataforma de Inteligência Artificial do escritório, batizada de DIANA, feita para o setor jurídico.

Ricardo explicou como a DIANA tem sido utilizada comercialmente na área Legalbox e de forma agregada em outras carteiras. “Com essa máquina ao nosso lado seremos imbatíveis e poderemos atender as diferentes demandas dos clientes. Como advogados, iremos trabalhar em conjunto”, afirmou.

DIANA, segundo Ricardo, precisa ser treinada para melhorar sua performance, errando e aprimorando a cada nova interação, a cada nova pergunta, a cada nova regra definida (algoritmo). Na sua avaliação, DIANA irá revolucionar o trabalho realizado pelos advogados com soluções dinâmicas, constituindo um diferencial competitivo para a LBCA.

Inteligência Artificial para advogados

Cintia Galvão, sócia e advogada da LBCA, participou do encontro para aprimorar os conhecimentos sobre o tema: “O treinamento possibilitou ampliar a visão de como funciona a Inteligência Artificial nos Tribunais e como a mesma será utilizada no setor jurídico com a finalidade de aumentar a porcentagem de êxito nas ações em prol dos clientes.”

Freitas ainda exemplificou as aplicações da plataforma em projetos que estão em curso na LBCA,  ou seja, o que DIANA já é capaz de fazer: análise da litigiosidade de consumidores e de advogados, análise preditiva (resultado esperado), mapa de provas (Jurimetria), monitoramento e indexação de dados públicos, gestão de testemunhas, chat bot para prevenção e mediação de conflitos e monitoramento de civic tech´s.

A Inteligência Artificial pode ajudar a detectar ameaças de fraude, garantir segurança cibernética, proteger a liberdade de expressão, prevenir crimes, melhorar o gerenciamento de riscos financeiros, saúde e mudanças climáticas.

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