Essa distinção separa uma adoção responsável (com resultados reais e conformidade ética) de uma corrida às cegas que expõe escritórios a riscos jurídicos e viola a confiança dos clientes. O ponto de partida, portanto, não é a tecnologia, mas o diagnóstico das dores reais da prática jurídica.
Antes da ferramenta, o diagnóstico
Qualquer projeto sério de adoção de IA começa por uma pergunta singela: qual é o problema concreto que precisa ser resolvido? A resposta não vem de um catálogo de soluções tecnológicas, mas de um mapeamento honesto das rotinas do escritório. Como exemplo, esse exercício de design thinking revelou dois gargalos comuns na advocacia corporativa: o volume documental repetitivo e os ciclos longos de negociação.
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