O crescimento das transformações geopolíticas em todo o mundo está contribuindo para aumentar as turbulências econômicas, políticas e as mudanças regulatórias, afetando cadeias produtivas, gerando incertezas e ameaçando a continuidade de negócios, além de incrementar o risco das corporações que assumiram responsabilidades ambientais, sociais e de governança (ESG).
Se é verdade que as crises remodelam os negócios, o papel da geopolítica ganha ainda mais importância, uma vez que é apontada como um dos desafios críticos da próxima década. A formulação de seu conceito já atravessou quase um século. Inicialmente foi introduzida por Rudolf Kjellén, cientista conservador sueco, no início do século 20, para tratar as relações entre o poder político e o espaço geográfico, mas foi abandonada na Segunda Guerra Mundial por ter adquirido um peso ideológico.
O conceito foi retomado na década de 1990, preocupando-se “com o discurso político entre atores internacionais resultante de todos os fatores que determinam a importância política e econômica da localização geográfica de um país”, explica o professor norueguês Ole Gunnar Austvik, da Escola de Governo de Harvard.
Confira o artigo na íntegra: Resiliência ESG frente aos riscos geopolíticos

